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RESITEJO
Recolha seletiva porta-a-porta chega a Vila Nova da Barquinha


A RESITEJO vai implementar, numa fase inicial, apenas na freguesia de Vila Nova da Barquinha, o projeto “ECOPONTO À PORTA” de recolha seletiva porta-a-porta de embalagens usadas (vidro, papel/cartão e plástico/metal).
O projeto “ECOPONTO À PORTA” será desenvolvido em estreita articulação com o Município de Vila Nova da Barquinha, no âmbito de uma candidatura a fundos comunitários (POSEUR 2020) e tem como objetivo principal aumentar a quantidade de resíduos recolhidos seletivamente.
Entre os dias 2 de março e 24 de abril, a população da freguesia de Vila Nova da Barquinha será contactada por promotores devidamente identificados, que visitarão todas as casas para apresentar o projeto e sensibilizar para a importância da separação das embalagens usadas, assim como para fazer a entrega de equipamentos de deposição.
O início das operações de recolha, destinada sobretudo a habitações, está agendado para o dia 27 de abril.
 
O Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo – CIAAR – foi criado por uma parceria entre a Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha e diversas ONGs de Investigação e Património, em estreita relação com o sector de Arqueologia e Pré-História do Instituto Politécnico de Tomar, há cerca de uma década. Na sua origem importa destacar duas componentes, para além da municipal: a dimensão do associativismo juvenil de património, protagonizado pela associação ArqueoJovem (fundadora do CIAAR) e reconhecido como tal pela Secretaria de Estado da Juventude (em particular pelo então Secretário de Estado, Dr. Miguel Fontes); a dimensão da investigação arqueológica, protagonizada pelo Instituto Politécnico de Tomar e materializada na associação ao acto fundacional do CIAAR de dois centros com ele articulados (e de que se destaca o CEIPHAR – Centro Europeu de Investigação da Pré-História do Alto Ribatejo). O CIAAR foi criado para desenvolver actividades de inventário, estudo, preservação e valorização do património arqueológico através: da transferência de conhecimentos e utilização das tecnologias aplicadas à arqueologia e áreas colaterais; da organização de seminários, conferências e acções de formação; da colaboração em acções e estudos com outras entidades, designadamente do ensino; do exercício de outras funções sem fins lucrativos. Ao cabo de 10 anos, o CIAAR afirmou-se no plano da pesquisa como um pólo de referência nacional e internacional, em particular devido aos trabalhos desenvolvidos em torno à estação paleolítica da Ribeira da Atalaia. Paralelamente, desenvolveu diversos projectos de socialização do conhecimento, incluindo exposições, actividades com as escolas e a edição do jornal Novo Almourol. Neste contexto, o CIAAR tem cumprido de forma relevante os objectivos de inventário (com destaque para o inventário dos sítios arqueológicos de Vila Nova da Barquinha, hoje informatizada em colaboração com o Centro de Pré-História do IPT), estudo (com dezenas de sítios e milhares de objectos estudados e publicados, diversas conferências, congressos e seminários especializados, incluindo o acolhimento de um Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza e de outros cursos do IPT) e preservação (quer pela conservação dos acervos quer pela monitorização dos sítios ao ar livre, em diversos casos feita em parceria com outras entidades). Na vertente da valorização social e da socialização do conhecimento arqueológico, o CIAAR tem realizado diversas exposições e mantém, além do jornal, o serviço ArqueoNews.
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